sábado, 2 de julho de 2011

Madrinha no estilo.

Então gente, viram o look acima? É um brandnew Ferragamo Resort 2012, entre tantos vestidos liiiindos, e terninhos poderosos, amor à primeira vista! Decidi que será este meu vestido de madrinha do casamento de Letícia. Imaginem uma seda (será caro, mas valerá a pena) vermelha (minha cor), uma echarpe (ainda não decidi se será preta, ou de outra cor), uma bolsa carteira preta, esse mesmo coque, brincos grandes, nada no pescoço, um sapato nude... uma make básica. Até pq, não podemos ser mais chamativos que a noiva né?
Sambando na cara da sociedade.
Hahaha.
E aí? To linda?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Haaaaaapppppppyyyy

Porra, hj eu to contente pra caraca. Sabe a sensação de todos os deveres cumpridos? Vc não deve mais nada a ng? Pois é. Paguei minha formatura de uma vez, já paguei tds as minhas faturas, minha matrícula, meu celular...
Ainda sobrou um dinheirinho pra fazer uma farrinha no shopping, e ah... eu fiz gente!
Quanto tempo eu não fazia essas coisas!
Adoro andar no shopping, bater perna, olhar vitrine... me faz bem, pq, é o único momento que eu realmente não penso em mais nada além de mim, além das minhas coisinhas... gente, uma excentricidade é boa e necessária.
Saí de casa hj dps do almoço, me arrumei (LINDA), maquiada (LINDA), e fui!
Não pensei em mais nada.
Pena que nem sempre eu faço isso, até pq nem posso...
Hj eu to feliz.

PS: Hj eu faço 5 meses com Gabriel. Estou bem contente, e repito: Obrigada por td q vc tem sido pra mim.

Beijos,
*Eu

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Hoje, durante o banho, eu pensei sobre milhares de coisas!
Parece que eu pensei desde o período que tava na barriga da minha mãe até hoje.
É que são tantas coisa sabe? Engraçado que todo o pensamento que tive no chuveiro eu não conseguirei colocar exatamente aqui. Foi uma epifania, feito um estalo.
O nome do meu blog chama-se ''Criar, Recriar, Reinventar'' pq é necessária a mudança.
E fazendo um balanço beeeem crítico da minha breve vida, eu reparei que todas as mudanças, por mais sofridas que elas tenham sido, foram indispensáveis pro meu crescimento como ser humano. Apesar de algumas situações, não deixaria de fazer nada do que eu fiz. Isso faz parte do meu amadurecimento.
Aliás, amadurecimento. Palavra grande, com significado mais extenso ainda. Não sou madura. Talvez nunca venha a ser. Eu também tenho defeitinhos de estimação, gosto de cultivá-los. Acha q só vc tem? Não.
Eu estou menos imatura. Isso eu posso afirmar com certeza. Até pq, os meus defeitos também fazem parte deste meu EU em eterna construção.
Eu nunca serei a filha perfeita, a neta perfeita, a irmã perfeita, a namorada perfeita. Não sei se a esposa e mãe perfeita. O erro é a continuação da minha existência.
Então a Epifania se deu assim. Raios! Eu não tenho que mudar p* nenhuma. Nem ninguém tem que mudar nada. A tolerância tb é uma forma de amor. E ficamos assim.
Então, eu fui criada... fui recriada, e estou em constante reinvenção. Porque eu sou a própria metamorfose ambulante, e eu sou feliz dentro desse liquidificador imaginário.
Algumas vezes, eu paro, olho o céu, e me transporto até ele. Mas o meu céu é um campo verde-vivo. Tem cheiro de flor, Tudo brilha, e desse lugar que eu criei, eu vejo os outros, as coisas, e assim, determino minha forma de agir. Não à toa eu digo que não sou deste mundo. Não posso ser mesmo. Eu sou uma criatura muito estranha. Mas o meu estranhamento é fundamental pra minha re-construção.
Quem me dera ser uma estrela do mar. Como no filme. Aliás, como na vida real. Ela se regenera. Eu estou o tempo todo me fazendo uma nova Laísa. Nova, com pedaços antigos. Velhos hábitos nunca mudam.
É, eu sou tudo isso. E sou séria, ao mesmo tempo que tenho uma molecagem sem igual. Eu afirmo com categoria que sei levar alegria as pessoas. Ou o "caos". Como preferirem.
Caótica, alegre, moleque, consumista, viajante, ainda assim, Laísa. Mulher, menina,  estudante, professora, admiradora das Artes.
Eu mudo, eu sofro, mas eu ainda amo.





Caralho, filosofei.
Beijos
*Eu

terça-feira, 28 de junho de 2011

Strip-Tease | Martha Medeiros



Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.
Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.
Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.
Primeiro tirou a máscara: 'Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto'.
Então ela desfez-se da arrogância: 'Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história.'
Era o pudor sendo desabotoado: 'Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou'.
Retirava o medo: 'Eu não sou melhor ou pior do que 
ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei'.
Por fim, a última peça caía, deixando-a nua
'Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui'.
E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca."
 
http://fascinanteliteratura.blogspot.com
Pensando na loucura das nossas escolhas... em como nos mostramos pro outro. Nunca chego a conclusão alguma. A loucura é mãe do amor. Só pode. Nada parece fazer mt sentido.
Abrir mão de algo, de alguém, é tb uma forma de amor. Não dizem que dizer ''Não'' tb é amor?
Pois é. Pode não ter mt sentido. Nada faz sentido. O amor é uma doideira, e nos tira de qq estado normal de sanidade.
Amar é estar doente eternamente.
Amar é perder.
Amar é chorar.
Coríntios, Camões, Renato Russo,
eles estavam certos.
Amor é sentimento cheio de dualidade.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Teste

Quem é você em “Sex and the City”?


Carrie Bradshaw

Assim como a colunista de sexo do seriado, interpretada por Sarah Jessica Parker, você é curiosa, perceptiva e companheira. Sempre procura interpretar o que está acontecendo na sua vida e na de seus amigos. Não é raro que seja o ponto central de sua turma, pois sem você as pessoas não se reúnem. Apesar de superconfiante em seu estilo e gosto, muitas vezes pode se flagrar indecisa quando o assunto é sua vida amorosa. O medo do futuro ou de mudanças pode atrapalhar seu crescimento, inclusive no aspecto financeiro. É aconselhável colocar os pés no chão e ter mais coragem para enfrentar o desconhecido sem perder sua alegria contagiante, que é traço marcante de sua personalidade. 
 
 
Hahahaha. 
Eu ri.

Amor/dor

-É que nessas coisas de amor eu sempre dôo demais…
-Você usou o verbo ‘doer’ ou ‘doar’?
-[Pausa] Pois é, também dá no mesmo…”


Essa eu tive que copiar do FB da Karina, não sei de quem é a frase, mas acho que é a mais verdadeira que eu já li esse ano!